Um ano em Minas

Tive vontade de falar sobre isso várias vezes, mas não estava preparada, pois ainda não entendia o que era mudar de endereço. Que pra mim, era APENAS  mudar de endereço. 
Ao olhar o calendário hoje, pensei: Caraca, um ano já. Mas parece que vivi cinco anos em apenas um.
Mudar pra uma capital sozinha, sem nenhum parente perto parece ser um sonho para as meninas mais ou menos da minha idade. Mas não é tão fácil assim.

 Por um lado é estar feliz por poder viver a sua maneira, decorar sua casa do seu gosto, é pintar as paredes de uma casa estranha e vazia com seus sonhos. É ter oportunidade de fazer cursos legais, ir em shows grandes, de conhecer pessoas e lugares incríveis. Mas é entender o real sentido das palavras “saudade e família“. É andar no meio de uma multidão sem conhecer nenhum rosto, é ser cheia de solidão, apesar das novas amizades, é passar os almoços de domingo numa mesa pra dois, ao invés de uma casa cheia de familiares. É sentir saudade daquilo tudo que antes você odiava, é viver recordando pessoas e momentos legais em que passou com seus amigos mais importantes. 
 Ai você descobre que abraço virtual não tem graça. Você aprende que a melhor maneira de amadurecer é: amar, esquecer e crescer. 
Seus valores mudam, e você acaba se acostumando ao metrô absurdamente cheio.
Ainda é estranho os novos hábitos, ainda é estranho entender que saudade faz parte. Ainda não aprendi a cozinhar direito, mas já é natural pra mim ir direto na sessão de frios no supermercado. Ainda choro no chuveiro, ainda lembro do ultimo adeus do meu avô, e ainda pretendo realizar todos os sonhos que trouxe na mala quando vim pra cá. Ainda tento não chorar quando alguém de lá diz que tem saudade e me queria perto. Ainda sinto falta de comer acarajé, ainda tento ser uma pessoa madura, ainda tento ter responsabilidade, ainda tento ser serena ao falar sobre saudade, só o que não tento é parar de buscar o que eu almejo pra minha vida.

Anúncios

50 fatos sobre mim pt3:

 Vou falar/escrever, mais 5 coisas da tag de 50. Não sei se vai ter relevância pra sua vida (aposto que não), mas vou falar mesmo assim. Então vamos lá:

Imagem

 

  • Eu odeio filmes de terror: MESMO! Não suporto de maneira nenhuma, não vejo graça, não acho bacana. Como eu gosto de escrever sobre sentimentos, esse tipo de filme, LÓGICO, não me inspira nada.
  • O presente que mais gosto de ganhar, é livros. Principalmente de crônicas, contos e romances. É um presente que nunca vai ter erro.
  • Eu rou unha quando estou aflita: Lembro que quando era menor, minha tia (Aldenice) fazia mil tentativas pra eu parar. Dizia que as unhas iam acumular no meu estômago, ia fura-lo e eu ia morrer. Minha mãe também me dava cada tapa na mão. Tentava por pimenta, enfim… Hoje não igual a antes que eu fazia isso o tempo todo. Agora só quando estou nervosa mesmo.
  • Eu ouço música o tempo inteiro: Só consigo fazer tudo e qualquer coisa com músicas. Talvez eu seja sim, movida a músicas. Porque se não tiver, eu não consigo fazer absolutamente nada.
  • Eu não sei ver a hora em relógio de 24 horas: Nesse caso, relógio digital pra mim tem que ser dividido em 12 horas, porque dobrado eu não sei. Fico um tempão contando nos dedos e ainda  me perco.(Favor, não rir. Obrigado)

 

Então é isso… não deixem de comentar.

Beijos

Mudanças

Fui a menina que gostava de Hello Kitty, usava mini short, mini saia. Brincos cigana e um salto enorme pra me achar bonita. Não dispensava uma festa, nem um copo de cerveja. Odiava tirar fotos e amava miojo. Bolsas enormes eram minha cara, coisa estampada era coisa de velhos.Domingo com a família era só um dia qualquer. Esmalte escuro no pé, era coisa de garota de programa, e batom vermelho… credo! Marca de biquíni, um luxo. Falar era autoridade. Escultar conselhos, coisa de gente fraca.

Falando assim, nem parece que me descrevi. O fato é que de acordo os anos passam, sua cabeça vai te obrigando a mudar.

Superficialmente, quem me ver diz que não mudei absolutamente nada desde os quinze anos. Mas eu me analisando, vejo o quanto em meu interior foi mudado,  evoluído.

As coisas, as opiniões e conceitos que eu tinha antes, hoje não são mais os mesmos. Acho que tudo é questão de amadurecimento consigo mesmo. E lógico, são fases. Você vai adquirindo novas informações, se expandindo, e vai vendo que aquilo não é bem assim, ou que é mais que isso.

Com 24 anos e corpo igual ao de anos atras, vejo que o seu íntimo reflete no exterior. Aparência. Não me sinto a vontade usando roupas curtas, decotadas, coloridas demais. Não sei quando exatamente deixei de usa-las. Brincos grandes e saltos altos não entram mais nos meus looks. Não vejo graça na Hello Kitty, dispenso festas e bebidas alcoólicas. Amo-vivo tirando fotos de tudo e todos, mas não necessariamente as posto, mas registro tudo. Odeio miojo, bolsas grandes, e amo coisas estampadas, principalmente com flores. Domingos com a família valem ouro. Ouvir é bem mais enriquecedor do que falar. Marca de biquíni é brega, e as vezes eu arrisco usar tons escuros de esmalte no pé. E não dispenso um batom vermelho nunca.

Ainda ouço Sandy, ainda possuo objetos rosas, ainda sou impulsiva. Porém sou mais doce, mais serena, mais feliz. Talvez daqui ha mais alguns anos isso já tenha mudado. Talvez, não.

 

huhui

50 fatos sobre mim – pt2

Vamos lá a mais cinco fatos:

  • 6 Eu tenho vergonha de usar fone na rua: Eu sei, é uma paranóia maluca, mas eu realmente não consigo usar fones de ouvido na rua. E olha que os meus fones são aqueles comuns, simples mesmo.,
  • 7  Já me apaixonei por um melhor amigo: Aquele tipo de paixão que cresce junto com a gente, sabe ? Durou uns 4 a 5 anos. A gente tinha uma química legal, mas como ficantes e namorados, não funcionou. E acabou que voltamos a amizade; Lógico que mudou algumas coisas, até porque essa paixão tinha reciprocidade. Mas valeu a pena ter tentado.
  • 8 Eu sou muito bagunceira: Minha irmã que diga, na época que dividíamos o quarto, ela vivia me xingando. Sou do tipo que joga qualquer coisa em qualquer lugar sempre e depois morre de procurar. E o mais incrível é que não tenho vergonha nenhuma vergonha de falar.
  • 9 Minha cor favorita é branco: Sempre. Em tudo. É uma cor que me passa a impressão de amplidão. Eu amo.
  •  10 O Vampiro que descobriu o Brasil foi minha primeira leitura madura:  Tipo, eu tinha uns 13 anos, e peguei por um acaso na Biblioteca do colégio. Na verdade eu lia muito, passava tardes e tardes numa biblioteca infanto-juvenil que tinha em Itapetinga, chamada Proler. Eu, Marina e Laila devorávamos um livro atrás do outro, mas o Vampiro que descobriu o Brasil, foi minha primeira leitura literária.

large (27)

50 Fatos Sobre Mim

Oi meninas. Bom, eu resolvi aderir a tag e contar algumas coisas sobre mim, que talvez vocês já saibam ou não. É comum as blogueiras fazerem vídeos, nas eu vou publicar escrito mesmo, pelos fatos de, não ter segurança pra falar em vídeo e não ter (AINDA) uma câmera legal.
Vou fazer essa tag dividida em dez posts, que serão publicados em dias sequenciais. Vamos lá então ?

jjjjj

  1. Eu sou estrábica. Descobrir com 19 anos. Alias, um namorado da época que percebeu. O que foi muito incrível porque fui ao oftalmologista e ele me disse que eu só tinha 1mm, que era impossível perceber a olho nu. Hoje, o desvio é maior e qualquer um consegue perceber, principalmente em fotos. Mas da pra corrigir somente usando lentes de contato.
  2. Minha cantora favorita é a Sandy. Desde que me entendo por gente, eu amo as músicas dela. Eu tinha uma coleção de fitas (Ok, eu sou velha assim.) do Sandy e Júnior ( E das Chiquititas também), e eram meu xodó, ouvia todos os dias religiosamente. Eu curto a Avril também, mas a Sandy cresce com a gente, sabe? Ela nos acompanha de acordo as nossas fases. Muito diferente da Avril, que é eterna adolescente.
  3. Eu amo frozzem. Tipo: Louca, alucinada. Quando eu morava na Bahia, nem ouvia falar, mas assim que cheguei em BH, fui trabalhar numa sorveteria frozzem, a Yoggue, e olha….até hoje não abro mão de um frozzem natural com três toppings. 😀
  4. Eu bebo três litros de água por dia. A quem diga ser exagero, mas não consigo tomar menos que isso. Nunca tive dificuldades em consumir a quantidade correta, mas ao morar aqui, acabei pegando o hábito de beber muita água. Acho que isso é bom, de alguma forma.
  5. Meu chocolate favorito é DIAMANTE NEGRO. Harraahhh…
    Claro, óbvio que eu sou chocolatra de carteirinha, mas o Diamante Negro em específico é o melhor chocolate do mundo. PS: Se quiser me agradar, está ai uma deixa. 

Bom, amanhã eu posto mais cinco coisas. Espero que estejam gostando de me conhecer melhor.

Bj.